CRISE NA EDUCAÇÃO

Com os salários em atraso profissionais da educação paralisam aulas

Redação: Da Reportagem | 14/09/2011 - 00:00
Com os salários em atraso profissionais da educação paralisam aulas

A área da educação do município de Santo Antônio que tem a secretária Evair Monteiro como titular, vem atravessando uma crise nos últimos dias, tudo por conta no atraso do pagamento dos salários dos profissionais contratados da Pasta.

Na última segunda-feira (12), os representantes o SINTEP-Subsede Santo Antônio de Leverger, uma parte dos professores efetivos e representantes dos professores contratados, se reuniram em Assembléia em uma Unidade Escolar na sede do município para deliberar sobre a situação dos profissionais da educação.

Ocorre que os professores alegam que haveria um acordo verbal entre a categoria e a administração municipal para o pagamento ser efetuado no quinto dia útil de cada mês, como os salários estão em atraso desde a data que supostamente teria sido acordada entre as partes a categoria resolveu paralisar as atividades desde o último dia 06 de setembro.

Nesse meio tempo, a administração conseguiu quitar a folha de pagamento dos profissionais efetivos da secretaria e ficou os contratados sem receber até a data de hoje (14). Na Assembléia que foi registrada pela reportagem do Levergernews, houve a informação que todas as Creches da cidade estão com as atividades paralisadas, além de outras da área rural do município.

Além de uma data fixa para o recebimento dos seus salários, os profissionais reivindicam também a questão do pagamento para os servidores que foram reenquadrados no PCCS.

A reportagem procurou o secretário de finanças da prefeitura Luciano Padilha, na noite desta quarta-feira (14), e por telefone ele informou que a redução dos repasses financeiros de FPM – Fundo de Participação dos Municípios para o município tem dificultado o compromisso de pagar os salários na data reivindicada pelos profissionais da educação. Informou ainda que os repasses dos recursos financeiros oriundos dos FNDE não são suficientes para se quitar a folha integral dos profissionais efetivos e contratados da Pasta da educação. 

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