BARÃO DE MELGAÇO

Prefeita Margareth decreta emergência por 90 dias em áreas afetadas pelas obras da rede de água

Prefeitura de Barão de Melgaço decretou situação de emergência por 90 dias em áreas afetadas pela paralisação das obras — Foto: Reprodução

Redação: Baixada Cuiabana News | 15/08/2026 - 11:54
Prefeita Margareth decreta emergência por 90 dias em áreas afetadas pelas obras da rede de água

A Prefeitura de Barão de Melgaço decretou situação de emergência, em caráter temporário, por 90 dias nas áreas afetadas pelas obras de substituição da rede de abastecimento de água. O decreto foi assinado pela prefeita Margareth Gonçalves (União) na quarta-feira (12) e publicado nesta quinta-feira (13) no Jornal Oficial dos Municípios (AMM-MT).

A medida foi adotada diante das interrupções consecutivas no fornecimento de água e da intensa poeira provocada pela abertura e escavação de vias durante as obras. Segundo o decreto, a paralisação dos serviços tem provocado prejuízos à mobilidade urbana, à saúde pública, às atividades comerciais, aos serviços públicos e às condições de salubridade e qualidade de vida dos moradores das regiões afetadas.

Entre as medidas determinadas pela prefeitura estão o fornecimento de água potável à população atingida, a disponibilização de caminhões-pipa, a umidificação periódica das vias e a limpeza dos locais afetados. Também foram previstas ações de sinalização, organização do tráfego, fiscalização e conclusão dos serviços.

O decreto atribui aos agentes municipais a responsabilidade pela fiscalização, notificação e cobrança das empresas envolvidas nas obras. As empresas deverão apresentar explicações formais sobre a paralisação dos serviços, além de um cronograma para a retomada das obras, medidas para controle da poeira e previsão para a recomposição definitiva das vias.

A prefeitura também determinou um levantamento das residências, bairros, ruas e demais locais que estão sem abastecimento regular

 de água. Até o momento, não há um diagnóstico fechado sobre a dimensão das áreas e do número de imóveis afetados.

Os órgãos municipais de Saúde e a Vigilância Sanitária deverão acompanhar os possíveis efeitos da situação sobre a população, especialmente a ocorrência de sintomas e doenças respiratórias relacionadas à exposição à poeira. Também deverão ser monitoradas as condições sanitárias do fornecimento alternativo de água.

  

Fonte: g1mt